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A Netflix comprou a InterPositive, empresa de tecnologia para produção cinematográfica fundada pelo ator e realizador norte-americano Ben Affleck. Trata-se de uma que desenvolve ferramentas com inteligência artificial (IA) criadas por e para cineastas e que ajudam, por exemplo, no trabalho de pós-produção de realizadores e diretores de fotografia.
De acordo com o comunicado da Netflix, a missão da InterPositive – usar tecnologias emergentes de forma a proteger e expandir as liberdades criativas – está alinhada com a crença de longa data da Netflix de que a inovação deve servir às histórias e ao processo criativo.
Ao longo de duas décadas, a empresa de streaming tem procurado unir tecnologia e talento artístico para ajudar grandes filmes e séries a chegar ao público. Agora, ao integrar toda a equipa da InterPositive, a Netflix investe em inovação liderada por criadores, que mantém os cineastas no centro do processo.
BenAffleck, que se mantém como consultor sénior, lembrou que “da invenção da imagem em movimento à transição para o digital, da captura de movimento à produção virtual, a tecnologia evoluiu junto com os artistas que a utilizam. O nosso compromisso compartilhado de dar continuidade a esse legado torna a união um passo natural, além das décadas de experiência da Netflix na aplicação e expansão responsável da tecnologia. Os nossos valores, aliados às nossas forças complementares, garantirão que essas ferramentas sejam usadas com o mesmo cuidado e responsabilidade com que foram criadas”, conclui o ator.
Elizabeth Stone, diretora de produtos e tecnologia da Netflix, sublinhou que a abordagem da empresa à IA sempre foi focada responder de forma significativa às necessidades da comunidade criativa e de nossos membros”. Por isso, revelou-se entusiasmada em receber a equipada InterPositive na Netflix e continuar a construir um futuro do entretenimento onde a tecnologia desempenha um papel na criação de histórias, mas as pessoas — e suas ideias, talento e discernimento — permanecem no centro de uma ótima narrativa”.
Este artigo foi escrito no âmbito da colaboração com o Link to Leaders